• Pombos trazem o risco de doenças


  • LOREMI - A SOLUÇÃO COMPLETA EM SANEAMENTO
    Controle de pombos, controle de pragas, desentupimento, hidrojateamento, 
    limpeza industrial, transporte de efluentes, limpeza de reservatorio,
    laudos, analises, consultoria ambiental,locação de caminhoes, bed bugs
    www.loremi.com.br

    Os pombos já provocaram o desabamento de um forro na Catedral de Fortaleza e ultimamente vem tirando a paciência dos padres. Os animais podem disseminar várias doenças infecciosas. Mas a população tem contribuído para a proliferação dessas doenças ao alimentar os pombos.

    Segundo veterinários, a multiplicação dos pombos acontece de uma forma ainda mais rápida em regiões de clima tropical como nosso. Em apenas um ano, a ave reproduz até 6 ninhadas. Por isso é tão difícil evitar que os pombos se espalhem pelos centros urbanos.

    Na semana passada, uma parte do teto da catedral caiu por causa de uma infiltração no telhado. Foi descoberto que os canos por onde a água deveria escorrer, estavam entupidos com sujeiras de pombos.

    O padre Clairton Alexandrino diz que há anos procura uma solução para o problema. As aves ficam empoleirados na catedral e é quase impossível manter o local limpo, livre de doenças.

    Fezes secas são as mais perigosas

    Existem locais onde os pombos são conhecidos como os ‘ratos de asa’. Em entrevista ao Bom Dia Ceará, o médico infectologista Anastácio Queiroz, falou sobre as doenças e os meios de transmissão. “A doença mais comum é um fungo que causa meningite e outros tipos de infecção”, afirma.

    Segundo ele, as pessoas com Aids e que fazem fisioterapia estão mais suscetíveis às doenças. “Quem corre maior risco são aqueles que limpam as fezes do pombos, principalmente que elas estão secas. O fungo entra pelo pulmão e atinge a o sistema nervoso central. As fezes úmidas representam um risco pequeno, mas as pessoas que limpam devem se proteger para evitar o contato”, disse o infectologista.